segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mario Party Island Tour [EUR] [CIA] [Region Free] [FIX]


Se você é fã de jogos multiplayer, é muito provável que a série Mario Party já seja velha conhecida sua. Mas se você ainda não a conhece, podemos definir um Mario Party como um jogo de tabuleiro virtual com os personagens da série Mario Bros para até quatro players, onde ao final de cada rodada, os jogadores disputam um minigame entre si visando ganhar moedas e melhorar sua colocação.

Mario Party Island Tour é o título que traz a série ao 3DS. O título traz mudanças à série. Mas antes de abordarmos elas, vamos expor os modos que o jogo nos oferece.

O título tem opção para multiplayer por downloadplay. Ou seja, com apenas um cartucho é possível que quatro pessoas com 3DS joguem o jogo. O curioso, porém, é que o multiplayer funciona apenas por downloadplay. Não existe uma opção para linkar as pessoas cada uma com seu cartucho.

Dessa vez, sem muitas premissas, Mario e toda a sua turma foram simplesmente convidados a festejar nas ilhas flutuantes conhecidas como Party Islands. Mais nenhum aspecto de história é incluso a partir daí, e o jogo não conta com um modo “Story”.


As Party Islands oferecem algumas atrações conhecidas pelos fãs, como o modo Party com algumas opções de tabuleiros, o modo Minigames para jogatina livre e indiscriminada dos minigames e uma Gallery, onde é possível comprar e colecionar uma pequena variedade de "bolhas de recordação" com faixas de áudio do jogo. Além disso, no modo single-player, é possível desfrutar de uma série de minigames na Bowser’s Tower e, novo para a série em Island Tour, há também um modo de competição de recordes de minigames entre outros jogadores recebidos via StreetPass. 

Os gráficos estão excepcionalmente bonitos e bem polidos para o Nintendo 3DS e o áudio inclui tanto faixas novas como remixes nostálgicos. O efeito 3D da tela superior desaparece em alguns minigames de acelerômetro, mas, enquanto ele está disponível, funciona muito bem nos tabuleiros, apesar de não fazer praticamente nenhuma diferença visual durante os mini-games.

É arriscado dizer que o modo Party de Mario Party: Island Tour é “o que os fãs já imaginam que seria” porque, ao contrário dos outros jogos portáteis da franquia (que eram desenvolvidos pela Hudson Soft), Island Tour decide seguir os trilhos de Mario Party 9, a primeira experiência da série sob supervisão da subdivisão da Nintendo, a Nd Cube, também responsável por esta nova versão para 3DS.


Por esse mesmo motivo é que todos os tabuleiros de Mario Party: Island Tour são, para começar, invariavelmente em linha reta. Excedendo alguns casos onde você é transportado para o começo do jogo ou tem alguma opção simples de bifurcação, todos eles envolvem “ir do ponto A ao ponto B” realizando algum tipo diferente de objetivo no intervalo desse caminho, o que já limita muito a variação esperada de estilos de jogo entre os tabuleiros diferentes.

É interessante notar que essa “regra implícita” existe desde Wii Party, também desenvolvido pela Nd Cube e do qual muito foi herdado para a franquia Mario Party quando a direção da série trocou entre as desenvolvedoras. Diferente de Wii Party, contudo, todos os tabuleiros de Mario Party: Island Tour desnecessariamente envolvem os fatores de sorte de dados, cartas e casas, e não existe nenhum modo diferente de tabuleiro como, por exemplo, o tabuleiro Globe Trot ou o modo Bingo, presentes em Wii Party.

Apesar de limitados em seu aspecto geral, os tabuleiros de Mario Party: Island Tour têm seus objetivos e regras particulares, que dão um toque um pouco diferente para cada cenário. Confira as mudanças e desafios oferecidos por cada um:


  • Perilous Palace Path carrega as regras mais tradicionais da série em um tabuleiro de 50 casas. Minigames são jogados a cada turno para premiar os ganhadores com dados extras, o que agiliza a corrida até o final. Além disso, esse é o único tabuleiro que conta com a presença de itens para ajudar no seu progresso ou atrapalhar o dos adversários. O primeiro jogador a chegar à última casa e superar o desafio final antes dos outros vence o tabuleiro.
  • Banzai Bill’s Mad Mountain é um curto tabuleiro que troca o número 6 do dado por um ícone de Banzai Bill. Quando alguém pega esse ícone, um Banzai Bill é disparado pelo caminho, lançando todos que estiverem em sua trajetória de volta ao começo. É possível optar por se abrigar da linha de fogo durante sua corrida até a ultima casa. Além disso, a metade do tabuleiro serve como checkpoint ao ser alcançada e os minigames são apenas competidos a cada 3 turnos, recompensando o vencedor com o avanço de algumas casas.
  • Star-Crossed Skyway é onde o jogador que obter mais Mini Stars se torna o campeão independentemente de quem chegar ao final primeiro, de forma similar aos tabuleiros de Mario Party 9. Mesmo assim, o tabuleiro é dividido em algumas seções, e quem chegar primeiro ao fim dessas seções leva a melhor (ou a pior, dependendo de quem estiver o esperando para presenteá-las). Minigames são disputados apenas ao cair em casas “VS” e concedem Mini Stars adicionais para os vencedores.
  • Rocket Road é o tabuleiro mais curto do jogo, baseado em Super Mario Galaxy, que consiste em uma corrida em linha reta até o final de um tabuleiro de 25 casas, contando com o auxílio de propulsores, que multiplicam os números do dado. A cada três turnos, um minigame é disputado para premiar os vencedores com propulsores adicionais. Esses propulsores podem ser usados de uma só vez em até cinco unidades para quintuplicar os números do dado.
  • Kamek’s Carpet Ride é um tabuleiro dividido por partes que só acaba quando algum jogador cair perfeitamente na casa final. Caso passe dessa casa, ele é trazido de volta para o começo da sessão do tabuleiro. Aqui, os jogadores usam cartas mágicas para decidir quantas casas irão andar. A cada turno, um minigame é disputado para definir a ordem de escolha das outras cartas mágicas que repõem as três cartas obrigatórias que cada jogador deve carregar consigo.
  • Shy Guy’s Shuffle City é um tabuleiro médio, exclusivo para três ou quatro jogadores “humanos” no modo multiplayer. Nele, cartas também são usadas para definir sua movimentação até o final, que classifica a vitória. A diferença é que, dentre as cartas distribuídas, uma é a carta do Bowser, que, depois de três turnos, irá ativar um efeito ruim para seu portador. Por esse motivo, os jogadores roubam cartas um dos outros no final de cada turno com o intuito de repassar a carta do Bowser e não sofrer a penalidade. A cada turno, um minigame também é disputado para decidir a ordem em que os jogadores escolherão novas cartas para repor suas mãos.
  • Bowser’s Peculiar Peak é o último (e único tabuleiro secreto) do jogo. Nele, os últimos serão os primeiros, já que o objetivo é ficar o mais distante possível da última casa, onde Bowser aguarda o azarado que chegar antes que os adversários. Minigames são disputados todo fim de turno para premiar os perdedores com dados extras. Rolar dois números iguais concede a sorte de ficar parado no lugar. O jogador que estiver mais distante da última casa quando o mais próximo dela perder o desafio de Bowser é o vencedor.
Mesmo com uma certa variação das regras, fica evidente que Island Tour oferece tabuleiros simplificados demais. Todos sempre consistem em uma linha reta e, dependendo do caso, a ordem de turnos, sempre definida no começo da partida, quase sempre influencia na vitória, já que a maioria delas envolve alcançar a última casa o mais rápido possível. Alguns outros tabuleiros como Rocket Road, podem ser facilmente concluídos depois de jogar apenas um minigame, devido ao desequilíbrio que a recompensa de vencê-lo causa na partida.


Segundo as estimativas do próprio jogo, nenhum dos tabuleiros demora mais de 40 minutos para serem encerrados. Talvez pior que isso seja mesmo o fato que alguns deles tenham a duvidosa situação de sortearem minigames, que são as principais atrações de qualquer Mario Party, apenas a cada três turnos. E falando em mini-games…

Como já havia sido divulgado há muito tempo antes de seu lançamento, Mario Party: Island Tour não oferece um modo de jogatina online para outros três jogadores ou amigos em nenhum tipo de modo de jogo. Mas, se pararmos para pensar, será que um jogo da espécie Mario Party se adequaria em um ambiente assim?

Não necessariamente, na verdade. Mesmo com os menores tabuleiros que a série já teve, jogos online tem a característica de serem facilmente evasivos (isto é, você pode desistir e desligar o console sem ter que confrontar seus amigos, já que nem ao seu alcance eles estão). Isso se torna visível se tomarmos por base que, em Mario Party, diferente de jogos mais esportivos como Mario Kart, as reviravoltas são difíceis de alcançar e qualquer vantagem já seria motivo para desistência do que esperar a derrota inevitável por mais 20 minutos. Apesar de tudo isso, é justificável que o jogo não inclua sequer a função SpotPass?


Também não. Em plena era da conectividade, ficar sequer sem uma conexão com a internet já torna o produto obsoleto e atrasado. E os jogadores de Nintendo 3DS já estão bem acostumados com essa conectividade, com a lista de amigos constantemente atualizada, a rede social Miiverse e outras funcionalidades instantâneas que as facilidades da internet podem oferecer. Mario Kart 7 já usava essa função brevemente ao distribuir dados de Ghost Data aos jogadores, e Kid Icarus: Uprising ofereceu Weapon Gems diariamente aos jogadores por mais de um ano. Até mesmo a última versão de Pokémon se deu ao luxo de manter os jogadores conectados o tempo todo para trocarem informações e dados com outros amigos através dessa capacidade do portátil.

Trailer:


Informações do Game:
Desenvolvedora: Nintendo
Distribuidora: Nintendo
Gênero: Mini-game, Party
Lançamento: 22.11.2013
Nota Gamespot: 7,0

Informações da ROM:
Original Release: Mario_Party_Island_Tour_EUR_MULTi8_3DS-ABSTRAKT
Região: EUR
Idiomas: en,fr,de,it,es,nl,pt,ru
Tamanho: 185 MB
Firmware mínima: 6.2
Patch para CFW 4.x: Sim
Patch Region Free: Sim
Password/Senha: asia81
Patch Online: Não

Download:  MEGA / GoogleDrive / Owncloud [Link Direto]


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Um comentário :

Anônimo disse...

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thanks

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